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Artigo / 13.04.2018 Ovo inteiro ou só as claras: o que é melhor para os músculos?

As claras dos ovos são desses ingredientes enaltecidos por quem quer trincar os músculos. Utilizar só essa parte do alimento seria vantajoso porque ela proporciona um bom montante de proteínas – a principal matéria-prima de bíceps, tríceps e afins–, e ainda contém poucas gorduras.

 

Ocorre que pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, acabam de publicar um estudo no qual demonstram que essa estratégia de descartar as gemas não traz vantagens. Na verdade, seria até um tiro no pé.

 

Para o estudo, dez homens jovens foram estimulados a realizar um treino de resistência. Depois, comeram ovos inteiros (somando 18 gramas de proteínas e 17 gramas de gordura) ou só a clara (totalizando 18 gramas de proteínas e 0 gramas de gorduras). Repare que o teor proteico das duas intervenções era o mesmo.

 

Os cientistas realizaram diversos exames de sangue e biópsias musculares para verificar como os aminoácidos (as moléculas menores que formam as proteínas) apareciam na circulação e na produção de músculos antes e depois dos exercícios e da alimentação.

 

Os resultados mostraram, em primeiro lugar, que comer ovos inteiros ou apenas a clara entrega a mesma quantidade de aminoácidos. “Nos dois casos, de 60 a 70% dos aminoácidos estavam disponíveis no sangue para formar novos músculos”, informou Nicholas Burd, principal autor do estudo, em comunicado à imprensa.

 

Em uma conclusão apressada, poderíamos dizer que, então, tanto faz comer o ovo com gema e tudo ou só investir na clara. Mas os cientistas foram além.

 

Por que o ovo inteiro é melhor

 

Os experts mediram, em detalhes, como se dava a síntese de proteínas nos músculos em cada situação. Foi aí que notaram o seguinte: a ingestão do alimento completo logo após o exercício resistido contribuiu muito mais para a formação de massa muscular.

 

Para sermos mais exatos, a resposta pós-treino de construção de músculos entre quem comeu o ovo inteiro foi 40% maior do que a observada na turma que ficou somente com as claras. Segundo Burd, a gema do alimento possui proteínas, mas também exibe componentes que não estão presentes na clara – e algo nessa receita parece melhorar a capacidade de o corpo utilizar proteínas para fortalecer os músculos.

 

“Nosso trabalho sugere que consumir proteínas dentro de sua matriz alimentar natural tende a ser mais benéfico para os músculos do que recorrer a fontes isoladas desses nutrientes”, disse o cientista.

 

Fonte: Revista Saúde, fevereiro/2018

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Artigo / 01.02.2018 Confira mitos sobre os ovos respondidos pela ciência

Nos últimos anos, muitos estudos revelaram a importância dos ovos à saúde. Até mesmo os cardiologistas mais radicais começaram a rever suas opiniões. Essa virada de conceitos se deve a pesquisas científicas que mostraram que o ovo pode ser um grande amigo dos adeptos. Confira agora alguns mitos sobre o consumo de ovos: 

 

1. Comer ovo aumenta o colesterol
Inicialmente o ovo foi condenado por conter em sua gema aproximadamente 215 mg de colesterol e por isso as pessoas consumiam de forma regulada. Hoje os estudos têm demonstrado uma relação inversa mostrando que além de não aumentar o colesterol, o alimento ajuda na saúde do coração e na diminuição dos riscos das gorduras saturadas.



2. É melhor comer só as claras e descartar as gemas do ovos
É um grande engano consumir apenas as claras e descartas as gemas. Ela é rica em luteína e zeaxantina, substâncias fundamentais para a saúde dos olhos. 

 

3. Temos que lavar os ovos antes de guardar na geladeira
Após a compra, é sempre importante mantê-los sob refrigeração. Mas a higienização não é totalmente necessária pois a casca do ovo é porosa e contem uma película protetora natual que impede a penetração de agentes externos. 



4. Ovo cru é mais saudável
Quem não gosta de uma boa maionese caseira ou aquele quindim saboroso? Mas os nutricionistas não recomendam a ingestão de ovo cru ou não cozido por não sabermos sua procedência. 



5. Não pode comer ovo todo dia
Um estudo feito para avaliar o colesterol descobriu que o consumo regular de ovos ão interferem nos níveis de colesterol. Eles analisaram as pessoas e detectaram que 70% não tiveram alterações. 

 

Fonte: diariodebiologia.com

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Artigo / 11.01.2018 Ingerir nutriente presente no ovo na gravidez beneficia cérebro do bebê

Mulheres grávidas que consomem quantidades suficientes do nutriente colina durante a gravidez fazem com que seus descendentes tenham ganhos cognitivos duradouros, segundo um novo estudo da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. A colina é encontrada em gemas de ovos, carne vermelha magra, peixe, aves, legumes, nozes e vegetais crucíferos.

 

De acordo com os pesquisadores, que publicaram suas descobertas no periódico Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology, os testes foram feitos com grávidas que consumiam diariamente cerca do dobro da quantidade de colina atualmente recomendada.

 

Neste estudo, 26 mulheres foram divididas aleatoriamente em dois grupos e todas consumiram exatamente a mesma dieta. Entretanto, metade ingeriu 480 mg/dia de colina, um pouco mais do que o nível de ingestão adequado, e a outra metade consumiu 930 mg/dia.

 

Depois, os cientistas testaram a velocidade de processamento da informação e a memória dos bebês, aos 4, 7, 10 e 13 meses de idade. Eles analisaram quanto tempo cada criança demorou para olhar para uma imagem e mediram o tempo que elas levavam para produzir uma resposta. No resultado, o teste mostrou relação entre os filhos de mulheres que ingeriram a colina e um aumento de QI na infância. Além disso, a pesquisa mostrou que os bebês que demonstram velocidades de processamento rápidas normalmente continuaram com essas características à medida que envelheceram.

 

"Parte disso é devido às tendências e práticas alimentares atuais", disse Richard Canfield, psicólogo e autor do estudo. "Há muitos alimentos ricos em colina que têm uma má reputação nos dias de hoje", disse ele. Os ovos, por exemplo, são ricos em colesterol e os profissionais de saúde indicam cautela no consumo desses alimentos entre as mulheres grávidas, o que pode impedir que essas pessoas os consumam, mesmo que esses riscos sejam baixos para os pasteurizados ou cozidos. As carnes vermelhas são muitas vezes evitadas pelo alto teor de gorduras saturadas, e o fígado não é comumente consumido, acrescentou.



Fonte: praiafm.com.br

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